Património - Património Civil | Cadaval Cativa

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Fontes, Minas, Lavadouros e Chafarizes

O concelho de Cadaval possui um vasto património referente a Fontes, Minas, Lavadouros e Chafariz.

Do vasto património existente no Concelho de Cadaval referente a Fontes, Minas, Lavadouros e Chafarizes destaca-se o seguinte:

 

Fonte, mina e lavadouro da Vila do Cadaval

Situa-se no lado oeste da vila do Cadaval, mais propriamente no largo da fonte. È uma fonte de parede alta, tendo um brasão municipal ao centro. Tem duas torneiras e a porta de uma mina. Esta foi modificada nos anos 60. Desde sempre e até aos nossos dias estas serviu para abastecer a população. Junto da mesma encontram-se ainda uma mina com tanque e um lavadouro municipal. A mina apresenta uma boca estreita com arco que está integrada numa parede feita com pedra. Na frente existe um grande tanque com guardas feitas em lajes de pedra e sobre a boca da mina está colocada uma placa gravada com a data de 1887. É igualmente conhecido por “Chafariz da Fonte” e foi utilizado durante muitos anos para dar de beber aos animais. O lavadouro possui um formato retangular, dividido ao meio, está envolto por muros e encontra-se num nível mais baixo que a rua, com descida por escadas.

GPS: 39°14'38.08"N - 9° 6'18.65"W

 

Chafariz D. Maria

O Chafariz D. Maria foi mandado construir pela rainha D. Maria I no final do século XVIII, tem um frontão triangular encimado com lajes de pedra, uma bica em pedra no lado esquerdo e um tanque retangular fronteiro com guardas feitas em lajes de pedra. Ao centro tem um escudo real e uma pedra com a inscrição “A Augustisssima Rainha D. Maria I N. Snr. o mandou fazer sendo inspector do terreiro de Lx (Lisboa) e estradas publicas o III. e Ex C de Valladares no ano de 1788”. Nas traseiras do Chafariz existe um lavadouro coberto com vários tanques no interior. O Chafariz localiza-se na antiga estrada real que ligava Lisboa a Caldas da Rainha. Esta estrada foi construída no reinado da soberana, D. Maria, foi durante largos anos percorrida pelo serviço da mala-posta efetuado entre Lisboa e Coimbra e o chafariz destinava-se certamente ao fornecimento de água tanto aos oficias das diligências e seus passageiros como aos animais.

GPS: 39°13'45.80"N 8°59'54.58"W

 

Fonte da Quinta de São Lourenço

Localizada à beira do caminho de terra que conduz à Quinta de São Lourenço, tem uma estrutura rectangular com nicho e uma bica na frente. É também na frente que esta se encontra decorada com conchas. Encontra-se envolvida em três lados por um tanque rectangular que possui uma reentrância em semicírculo na frente. Embora a data da sua construção seja indeterminada, o seu estilo vai desde o século XVI ao século XVIII.

 

Fonte e Lavadouro (Barreiras)

Esta fonte tem uma parede encimada por um frontão triangular, uma porta ao centro da parede, uma torneira por baixo e uma pia ao nível do solo. Em frente existe um poço que teve em tempos uma bomba de volante. No interior da fonte existe uma mina escavada na rocha. Os lavadouros cobertos existentes ao lado da fonte são compostos por seis tanques de pedra e foram construídos na década de 60.

 

Lavadouros (Peral)

Esta aldeia foi, no séc. XIV, vila e sede de paróquia. Localizada numa planura, entre colinas, é rara a propriedade rústica que não detenha um poço de água nascente. A aldeia tem como motivo de interesse a sua Igreja Matriz e os conjuntos arquitetónicos das várias quintas, todas elas de propriedade privada, que datam do século XIX. Nesta aldeia onde abunda a pera rocha e o vinho, ambos de grande qualidade, graças ao micro clima favorável e condições naturais como a água, e o vasto património hidráulico existente por toda a aldeia. Assim, a noroeste da aldeia, temos este conjunto de fonte, tanque e lavadouro ladeado por muros e coberto.

 

Chafariz (Figueiros)

Figueiros foi, em tempos, uma freguesia com outra dimensão, sendo das mais antigas do Concelho. Chegou a ser curato da apresentação do prior de Santiago da Vila de Óbidos. Pertenceu ao antigo concelho de Alcoentre até à sua extinção, em 24 de Outubro de 1855, data em que passou ao concelho de Cadaval. Por Decreto de 26 de Setembro de 1895 foi anexada ao concelho de Rio Maior que suprimiu o do Cadaval. Voltou a integrar-se no Concelho do Cadaval logo que este foi restaurado em 13 de Janeiro de 1898. Faziam parte da freguesia de Figueiros as aldeias de Painho e Alguber, que são hoje sedes de Freguesia. Na aldeia de Figueiros destaca-se o património hidráulico. No ponto central da aldeia, Largo do Chafariz, encontra-se o chafariz construído em pedra. Em frente, mas do outro lado da rua, descendo por escadas, há um lavadouro coberto e composto por vários tanques.

Contactos

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E.N. 115-1 nº 27
2550-362 Chão de Sapo

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